Os Símbolos Nacional
18 de Setembro de 2020
Os Símbolos Nacionais representam a união do país e identificam a nação.
Assim, todos os países possuem os símbolos como forma de representação e de respeito diante de outras nações. Além disso, possuem valor histórico e servem para serem utilizados em eventos e documentos oficiais.
Visto isso, os símbolos nacionais brasileiros são compostos pela bandeira, o brasão, selo e hino nacional. Além disso, foram implementados pela Lei n° 5.700, de 1º de setembro de 1971, presente na Constituição de 1891.
Assim, representam a união do país, soberania, além de terem valor histórico. E, falando no assunto, comemora-se o Dia dos Símbolos Nacionais no dia 18 de setembro.
Símbolos Nacionais
Em síntese, os símbolos nacionais brasileiros foram implementados em setembro de 1971, pela Lei n° 5.700 da Constituição. A partir disso, são utilizados em eventos, como cerimônias oficiais, eventos esportivos, etc, além de documentos oficiais, como carteira de identidade, passaporte, etc.
Confira as características de cada um:
Bandeira Nacional
A Bandeira Nacional é uma adaptação da bandeira que era utilizada pelo Império Brasileiro. Ou seja, a antiga bandeira era formada por um escudo Imperial português dentro de um losango.
Com isso, o símbolo foi substituído por um círculo azul com estrelas na cor branca. A bandeira atual, inclusive, foi oficializada no dia 19 de novembro de 1889, 4 dias após a Proclamação da República.
Deste modo, a Bandeira Nacional é formada por um retângulo verde, um losango amarelo, sobre o retângulo, e um círculo azul com estrelas brancas. Ademais, no meio do círculo, uma faixa branca atravessa a bandeira com o lema “Ordem e Progresso”.
Portanto, as cores escolhidas para a bandeira representam a riqueza natural do país. Ou seja, verde se refere as matas e florestas; amarelo, o ouro; e azul, representa o céu.
Sobretudo, as estrelas simbolizam os 26 estados e o Distrito Federal. Elas foram postas de acordo com a constelação Cruzeiro do Sul, no dia 15 de novembro de 1889, quando ocorreu a Proclamação da República.
Após o decreto da Lei 5.700, que entrou em vigor em 2009, todas as escolas públicas e particulares passaram a hastear a Bandeira Nacional e a cantar o hino nacional todas as semanas. Vale lembrar ainda que o Dia da Bandeira Nacional é comemorada em novembro, dia 19.
Armas Nacionais
As Armas Nacionais – também chamadas de Brasão da República – foram criadas no mesmo dia em que a Bandeira Nacional. Neste caso, o engenheiro responsável pela criação foi Arthur Zauer, durante o governo de Marechal Deodoro da Fonseca.
Portanto, a figura das Armas Nacionais é utilizada em prédios públicos. Além disso, as Forças Armadas e os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário são obrigados a utilizar o símbolo.
Logo, as Armas Nacionais são formadas pelo Brasão, representado por um escudo azul na forma redonda, apoiado numa estrela de cinco pontas. Assim como na Bandeira, a constelação Cruzeiro do Sul também está presente, porém posta sobre uma espada.
Ao redor da estrela, duas coras estão postas, sendo um ramo de café e, outro, um ramo de fumo, à direita e à esquerda, respectivamente. Além disso, em cima da espada, há uma faixa azul com as escritas “República Federativa do Brasil”. Por fim, do lado esquerdo, está escrito “15 de novembro”, e “de 1889”, à direita.
Selo Nacional
O Selo Nacional é utilizado, principalmente, em documentos oficias e atos do governo. Além disso, instituições de ensino, como os institutos e Universidades federais, também utilizam o Selo como forma de autenticar diplomas e certificados.
Assim, é formado por uma esfera com as estrelas da bandeira, representando as 27 unidades federativas do Brasil. Em síntese, o selo foi criado no governo de Marechal Deodoro da Fonseca.
Além disso, ao redor da esfera está escrito “República Federativa do Brasil“, e no meio, existe uma faixa branca com o lema nacional positivista: “Ordem e Progresso“.
Hino Nacional
O Hino Nacional foi composto por Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927) e Francisco Manuel da Silva (1795-1865), em 1822, como forma de comemorar a Independência do Brasil. Portanto, foi oficializado por meio da Lei n° 5700, no dia 1 de setembro de 1971.
É utilizado, principalmente, na abertura de eventos cívicos, patrióticos, culturais, esportivos, escolares e religiosos. Inclusive, é cantado, junto à bandeira hasteada, pelo menos uma vez durante a semana, em escola públicas e particulares.
Pesquisa e revisão do texto
Claudinei S. Freitas.
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